[22/10/2008] Representantes da CBIC, CUT, Força Sindical, Nova Central e U.G.T. estiveram reunidos no último dia 13, na sede da entidade, em Brasília. Na ocasião, o GT avaliou os impactos da crise financeira mundial para a sociedade brasileira. O grupo concluiu que, mais do que nunca, a Construção Civil tem um papel estratégico no enfrentamento dos efeitos recessivos da crise, contribuindo para a manutenção do crescimento econômico com inclusão social, como atestam os 300 mil novos postos de trabalho formal abertos no setor este ano.
Em função disso, o GT CBIC/Centrais Sindicais decidiu defender, com todo vigor: a manutenção dos recursos previstos para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Orçamento de 2009; a imediata aprovação do Orçamento de Contratações do FGTS para 2009, da ordem de R$ 16 bilhões, preservando as diretrizes vigentes de aplicação dos recursos, estabelecidas pelo Conselho Curador do FGTS; a permanência do direcionamento obrigatório de 65% dos recursos das cadernetas de poupança para o financiamento imobiliário, nas condições da regulamentação vigente do Banco Central, que permitiu contratações da ordem de R$ 30 bilhões em 2008, e a garantia de recursos perenes para a Habitação de Interesse Social, por parte do Governo Federal, Estados e Municípios, mediante a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), lançada pela campanha "Moradia Digna - uma prioridade social".
Fonte: CBIC Postado em 22/10/2008
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